“Como cupido”
Valei-me ó meu Deus!
valha-me ó Santa Bárbara
lá nos céus quando troveja,
para bem dos sonhos meus
quando a seta dispara
o meu coração goteja.
Meu coração brota versos de amor
goteja tantas lágrimas sentidas
sussurra teu segredo no meu ouvido,
tende dó deste pobre sonhador
que por acaso não tem duas vidas
mas sim a versão mítica de cupido.
A lenda do cupido é certeira e cruel
à quem diga que de perfeita natureza
que foi generoso amigo dos amantes,
tinha encantamento e coração de mel
rapaz de tamanha e infinda beleza
abençoava os corações palpitantes.
Valha-me ó meu bondoso Deus!
ajudai-me ó minha Santa Bárbara,
fazei como fazia o amoroso cupido….
Realizai todos os sonhos meus
e a santa que nunca me desampara,
quando julgo estar tudo perdido.
ArtCar
(Poema de minha autoria dedicado com muito carinho ao amor).
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