Falsidades e Pombas bravas!
Debandam assustadas as pombas
ao rebentarem foguetes no ar
pelas festas e romarias,
tal como amizades hediondas
afastam-se sem se declarar
e proferem certas infâmias.
São como as pombas bravas
tudo depende do pombal
ou dos tratadores do milho,
com fome, parecem escravas!
são sociáveis lá no beiral
à espera do ritual estribilho.
As pombas! são egoístas e ardis
e o estribilho já cansado
são tratadas com certa manha,
falsos amigos pérfidos e gentis
são como pombas de bico afilado
selvagens lá na montanha.
Amizades são como um jogo
tanto encanta como desencanta
tal como pombas por conveniência,
falsos amigos, são como fogo….
Os verdadeiros; protecção santa
que se ama com eloquência.
Quantos se afirmam de amigos
e são amigos funestos
tal como pombas que vêm e vão,
os falsos ameaçam perigos
mas os leais são mesmo honestos
e os falsos só trazem confusão.
ArtCar
(Poema de minha autoria. Escrevi este poema com a finalidade de equiparar falsas amizades às pombas selvagens. Porém, eu gosto muito de todas as pombas, embora lhes reconheça o seu egoísmo peculiar. É natural! são selvagens. As falsas amizades são como o fogo; ardem até à destruição....).
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