“Mar profundo”
Navego no meu barco rumo ao cais
nas águas profundas do alto mar
vencendo vagas em franca liberdade,
vejo alguém a acenar com sinais
é o meu amor por mim a esperar
no cais do mar sem profundidade.
É tão fundo o mar sem profundidade
profundo e imenso dos sonhos meus
onde confesso os meus pecados,
navego remansado sob tempestade
pela ajuda dos desígnios de Deus
com profundos medos alucinados.
Ó mar extenso e fundo sem medida
mar dos meandros da infinidade
e dos navegadores do mundo,
ó mar de profundidade desmedida
duma incalculável profundidade
és mar do meu imaginário profundo.
ArtCar
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