Natal de outrora, dos Pobres!
Casas velhinhas com telhados antigos
cheios de musgo e ervas nos muros
dos tempos de minha infância,
de portas sempre abertas com postigos
em tempos de indigência e duros
casas sem condições, mas com magia.
Chega o Natal, lembra Jesus,
é a festa religiosa de fraternidade!
na pobreza imagina-se a maior riqueza,
nasce a esperança, faz-se luz!
aumenta a benevolência da amizade
no presépio da mãe natureza.
Rezam ao Menino Jesus cânticos de louvor
os novos pedem a bênção aos mais velhos
e as crianças brincam felizes a sorrir,
pedem nas suas preces saúde e amor
seguem as doutrinas dos evangelhos
vivem para os outros bem servir.
Natal de outrora dos pobres!
acreditar na luz da esperança
cheio de magia, com paz e amizade,
gente humilde de sentimentos nobres
na esperança que sempre se alcança
o amor entre a humanidade.
ArtCar
(Poema de minha autoria dedicado com muito amor e carinho a todos os pobres de antigamente e a todos os que viveram e vivem o Natal com seu espírito natalício).
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