Quinta-feira, 10 de Novembro de 2011

"Os hipócritas"

                             Foto extraída do livro "Os Filhos da Noite"

(A hipocrisia de certas pessoas causa malefícios a outras! usam um veneno de tal maneira poderoso que chega por vezes a ser letal)

 

 

 

                 "Os hipócritas"

 

 

Não gosto da hipocrisia de certa gente

entristece profundo o meu coração

dá-me vontade de dizer chega,

tem que se ser indulgente

ter paciência e muita compreensão

com quem até a sua pátria nega.

 

.....................................................

 

Os hipócritas são verdadeiros fingidos

usam de uma tal arma mortífera

geram a mentira fulminante,

fazem tristes caretas de atrevidos

causam maus estares pestíferos

e tornam-se repugnantes.

 

.....................................................

 

Felizes dos que não conhecem a hipocrisia

julgam-na por magia algo fantástico

alimentam a sua condição farsante,

parece uma verdadeira incógnita

aceitam livre e entusiástico

mas trata-se de farsa de comediante.

 

    ArtCar

 

(Poema de minha autoria, cujas palavras dirijo integralmente a quem é hipócrita)

publicado por Artur Cardoso às 01:13
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Terça-feira, 8 de Novembro de 2011

"Saudade do meu canário"

(Quem acredita na empatia e sensibilidade de uma pequena ave canora de estimação e um ser humano?

A história deste canário é verdadeira! embora muito triste.

Num certo dia tive que me ausentar de casa com a minha família durante três dias. Era suposto levar o canário. Mas, devido ao tamanho da gaiola  ocupar muito espaço no carro; três dias depressa passariam.

Achei que com o devido conforto: gaiola sempre limpa como de costume, muita água e alpista, ficaria bem durante a minha ausência.

Pois quem souber interpretar verdadeiramente esta singela história ou quem já passou por uma idêntica; saberá do que estou a falar.)

 

 

 

 "Saudades do meu canário"

 

 

Tive um dia um canário

que cantava como nenhum

era lindo, extraordinário

e pouco comum.

 

 

Amarela a sua cor

na gaiola sobressaía

cantava desde o alvor

até ao fim do dia.

 

 

Tinha plumagem aveludada

tão frágil que ele era

cantava por tudo e por nada

ao romper da primavera.

 

 

Queria arranjar companheira

a primavera, era altura ideal

em permanente brincadeira

pulava alegre e jovial.

 

 

Enchia a casa de alegria

com sonoras melodias

e um tal encanto de magia

cantava todos os dias.

 

 

Três dias tive que me ausentar

deixei-o com todo o conforto

fiquei mudo ao regressar

que desgosto!.. estava morto.

 

 

Dizem que morrem de saudade

aves canoras de estimação

acredito!.. é a realidade

eis a minha confirmação.

 

 

Nunca mais quero um canário

daquele!.. sinto ainda saudade

porque era extraordinário

podia estar em liberdade.

 

   ArtCar

 

 

(Poema de minha autoria que dedico com profundo carinho a todas as aves)

publicado por Artur Cardoso às 21:06
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Domingo, 6 de Novembro de 2011

"Mãos firmes e bondosas"

                              (Mãos que não dais! porque esperais?)

 

 

 

 

 "Mãos firmes e bondosas"

 

 

Mãos que dão!

são bondosas ..................

dão o amor do coração

e o carinho que ele tem,

são meigas e amistosas

são belas só porque dão

ternura e carícias a alguém.

 

 

Mãos que não dais!

porque esperais?..............

quem dá! também gosta de receber

quem recebe! gosta de retribuir,

são gestos perfeitos e naturais

de quem dá sem se aperceber

e com os outros repartir.

 

 

Avarentas são as mãos

dum egoísmo fatal

de quem não sabe amar,

repartir como irmãos

é duma beleza tal

que se recebe a dobrar.

 

 

Quem dá!

empresta a Deus..........................

mormente aos que mais precisam.

Mãos abençoadas e virtuosas,

são creditadas pelos céus.

Dando!

assim se identificam.....................

mãos firmes e bondosas.

 

    ArtCar

 

 

(Poema de minha autoria que dedico a todas as pessoas que gostam de dar, mormente àqueles que mais precisam).

 

publicado por Artur Cardoso às 17:41
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