Sábado, 11 de Outubro de 2014

A Vida!

 

  

Silenciada e afadigada

trôpega no andar

suspira de madrugada

desapontada ao levantar.

 

Silencia desacreditada

como que a definhar

sem força e desanimada

lentamente a caminhar.

 

Das agruras e sem amor,

silencia para sempre!

Espera a terra prometida….

Perde para sempre o vigor,

porém, hoje está diferente

silenciada pela vida.

 

   ArtCar

 

(Poema de minha autoria dedicado à vida). 

 

publicado por Artur Cardoso às 22:29
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Ela, ele, sempre a sorrir!

 

 

Estás linda! diz-lhe ele a sorrir

ela irradia felicidade

fixam os olhares a seguir

dão um beijo sem maldade.

 

Sorridentes, fazem um par lindo

dá prazer vê-los assim

tão belo casalinho rindo

sentado no banco do jardim.

 

Apressado, ele colhe uma flor

oferece-lha com tanta serenidade

e ela! Ai ela, aceita-a com amor

e dá-lhe um beijo com sonoridade.

 

Um beijo tão alto e repenicado

para toda a gente ouvir

ele cortês e delicado

continua sempre a sorrir.

 

   ArtCar

 

(poema de minha autoria dedicado ao amor). 

 

publicado por Artur Cardoso às 22:22
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Ciúmes de amargura!

 

 

 

Sonhador irreversível

ama a lua e sua natureza

ao seu amor é irresistível

ama-a porque tem beleza.

 

Em noites de céu estrelado

sonha alto em pensamento

como adolescente enamorado

sonha com ela no firmamento.

 

Já nua a lua está deitada

deitou-se no leito do mar

vê-a nele mergulhada

fica desventurado a enciumar.

 

Furioso nem quer acreditar

ao ve-la cheia de ternura

fica zangado a imaginar

com ciúmes de amargura.

 

   ArtCar

 

(Poema de minha autoria). 

 

publicado por Artur Cardoso às 22:15
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O último alfaiate da abadia!

     O último alfaiate da abadia!

 

 

Perturbado, acorda do seu sono justo

meio moribundo, meio estremunhado

chega a derradeira hora da razão,

indulgente a todo o custo

embora ainda estremunhado

sente uma enorme palpitação.

 

O seu coração bate cada vez mais forte

aprisionado dentro do cárcere

sente-se enfraquecer e perde a paciência,

esquece o aprumo de seu porte

e o coração ainda bate mais célere

naquele momento perde a consciência.

 

Na abadia tocam os sinos a rebate

morre a culpa que é solteira

naquela noite gélida e azarada,

apaga-se o último alfaiate

a ninguém dá canseira

devido à sua idade avançada.

 

 Forrou tanto, quanto remendou,

quantos e quantos pontos coseu

o último alfaiate da abadia,

hoje, sucumbiu e não demorou

cento e um anos paciente viveu

com amor e cheio de alegria.

 

     ArtCar

 

(Poema de minha autoria dedicado com muito respeito e carinho a todos os alfaiates).

 

 

publicado por Artur Cardoso às 22:10
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"Todos nascemos, todos morremos".

Todos nascemos, todos morremos!

 

 

Bate humildemente de porta em porta

todas as portas se fecham porém

o mendigo tal rejeição já não suporta

por ser muito pobre e tratado com desdém.

 

Denota cansaço, denota enfraquecimento

embora faça pela vida desalentado

tem o coração cheio de sofrimento

por ser infausto e por todos desprezado.

 

Tanta amargura sofrida de tão mau viver

por tantas renúncias e insensibilidade

tantos pobres que precisam de comer

mundo desprezível cheio de hostilidade

 

Que mundo é este em que vivemos

de gente que não sabe o que é dar

todos nascemos, todos morremos

e tudo porém, no mundo irá ficar.

 

A pobreza e a mendicidade são ímpio flagelo

assim viveremos se aos pobres e mendigos não dermos

podíamos viver num mundo mais piedoso e belo

se todos pensarmos que nascemos e morremos.

 

       ArtCar

 

(Poema de minha autoria dedicado à vida e à morte).

publicado por Artur Cardoso às 22:02
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"Sublimidade"....

cravovermelho[1].jpg

 

             Sublimidade!

 

 

 É delicado e exímio reverente

de castos princípios morais

gentil para toda a gente

legado transmitido por seus pais.

 

Apruma defronte a uma Senhora

sempre com a mesma postura

valores de tempos de outrora

tem boas maneiras e cultura.

 

Aprende desde cedo o que é cortesia

a todos sabe respeitar

com educação e amabilidade,

cativa pela sua simpatia

com agrado no seu expressar

por sua linhagem de sublimidade.

 

     ArtCar

 

(Poema de minha autoria dedicado à sublimidade de um cavalheiro). 

publicado por Artur Cardoso às 21:51
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