É um desafio proeminente e constante
as voltas constantes desta longa maratona
viver um dia de cada vez e consoante
as voltas que a maratona nos proporciona.
Se se não acompanhar esta correria a sonhar
pode um dia talvez já ser tardiamente
e se nela deixar de se correr ira-se acabar
o resto da vida sozinho penosamente.
Até poderá ficar prostrado no caminho
mas que não seja por falta de caminhar
porém, aí direi que é ironia do destino
que o não deixa por certo na maratona andar.
ArtCar (Artur Cardoso)
(Poema de minha autoria).
É a obra mais perfeita do Criador
no mundo de toda a sabedoria
com todo o seu resplendor
a mulher é a perfeição de harmonia.
Como pode ser tão perfeita a sua natureza
em todo o reino do universo
com toda a sua beleza
é na realidade incontroverso.
Apraz-me comparar a mulher ao sol
quando brilha e aquece de amor
à noite ilumina como um farol
essa perfeita obra do Senhor.
Opus Dei–Obra do Criador!
Fez a mulher perfeita e preciosa
irresistível a qualquer pecador
quando condescendente e desejosa.
ArtCar (Artur Cardoso)
Poema de minha autoria).
Esta noite a lua presenteou-me com a sua presença
ou se calhar fui eu que a presente-ei a ela
a noite está serena e ela com tanta indiferença
vai-se afastando e eu digo-lhe adeus da minha janela.
Não sei se é saudade ou desprendimento
ou quiçá! Uma mágoa furibunda
não sei resistir ao seu deslumbramento
e quando chega, sinto uma satisfação profunda.
Será ingratidão que ela mostra por mim!
Já se não lembra de eu ansioso a esperar!
Quantas vezes pergunto baixinho assim!
Porque demoras? Porque demoras a chegar.
Se calhar até sou eu o culpado
tenho faltado mas por uma boa razão
juro por tudo o que é mais sagrado
que por ela tem chorado o meu coração.
Ó lua! Não te indignes comigo, lua amiga (….)
Não me desprezes com tanta indiferença,
acredita que não sei o que te diga,
apenas sei que sinto a falta da tua presença.
ArtCar (Artur Cardoso)
(Poema de minha autoria).
Voam felizes pelo ar aos gorjeios
aves aos pares sobre as colinas
hirtos e maduros são os seus seios
pela manhã ao levantar das neblinas.
Sabe voar alto em franca liberdade
toda a mulher sem preconceito
sabe entregar toda a sua sensualidade
e o coração que lhe bate no peito.
Quando ama verdadeiramente não nega
de alma e coração com altivez e alarde
não sabe fingir, não renuncia e entrega
sem preconceito a sua sensualidade.
ArtCar (Artur Cardoso)
(Poema de minha autoria).
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