Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2015

E tu sorrias!

 

 

Sorrias tanto naquela noite por nós esperada
trazias nos lábios o desejo de eu te beijar
no teu olhar a esperança espelhada
e eu trazia versos para te dar.

 

Era uma noite de intenso e atrativo luar
a convidar-nos a um passeio na tua rua
a beleza do teu meigo e terno olhar
confundia-se com a luz encantadora da lua.

 

Não resisti à tentação dum impulsivo abraço
tão apertadinho contra o meu peito
corei por um momento de embaraço
mas não desisti de ti, bem ao meu jeito.

 

Como o amor é louco e tão desvairado
pois que o seja, eu não me importo
não fiquei minimamente preocupado
apenas senti um ligeiro desconforto.


Ancorei o teu coração bem juntinho ao meu
demos um nó-cego com as amarras do luar
assim foi naquela noite que a lua nos deu
a felicidade de nos podermos amar.

ArtCar (Artur Cardoso)

 

(Poema de minha autoria)

publicado por Artur Cardoso às 18:47
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Mar meu!

 


Mar meu, de velhos e novos marinheiros
de valorosos pescadores nele a labutar
onde navegam grandes e pequenos veleiros
mar meu, com tantas histórias para contar.

 

Também nele navego para dele escrever
das suas águas salgadas e cristalinas a versejar
mar meu, que me dá o permanente prazer
de baloiçar nas suas ondas suaves a navegar.

 

Mar meu, que me dá a coragem de enfrentar
as más línguas de trapo perversas
é o meu refúgio onde me apetece morar
mar meu, que me dá forças em ocasiões diversas.

ArtCar (Artur Cardoso)

 

(Poema de minha autoria).

publicado por Artur Cardoso às 18:44
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Contigo!

 


Contigo eu aprendi o que é o amor e a saber amar
a respeitar os mais idosos com idolatria
contigo eu aprendi a saber o que é lutar
por coisas banais, quase sem importância.

 

Contigo eu aprendi a ser surdo e mudo,
mesmo ofendido, nunca de ninguém me vingar,
contigo eu aprendi quase, quase tudo,
até a amadurecer e a saber como calar.

 

Contigo nunca houve zangas nem rancor
tudo contigo aprendi e a saber suportar
contigo mora a ternura e o doce amor
e mais do que tu possas imaginar.

 

Contigo eu aprendi que a vida é um rosário
aprendi contigo a ignorar a maldade e a intriga
e foi contigo que deixei de ser um solitário,
sabes porquê? Porque tu és minha amiga.

ArtCar (Artur Cardoso)

 

(Poema de minha autoria).

 

publicado por Artur Cardoso às 18:41
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Barco leveiro com história!

 

Barco leveiro que sulca o mar
vai audacioso cheio de esperança
traz belas histórias, outras de arrepiar
com sabor a insucesso e a bonança.

 

Barco leveiro de pescador
que vence ondas e vagas
todavia persistente a transpor
correntezas de águas salgadas.

 

Se tu soubesses meu amor
das histórias dum barco com história
deduzirias porém o que é vigor
com sabor a derrota e vitória.

 

Barco leveiro sobre as ondas
ondas de mar perigoso a enrolar
ondas ruidosas e hediondas
que fustigam o barco a navegar.

 

Quantas tormentas às voltas
nas ondas buliçosas a navegar
acompanhado de gaivotas
no vai e vem do ir e voltar.

 

ArtCar (Artur Cardoso)

 

(Poema de minha autoria).

 

publicado por Artur Cardoso às 18:36
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Talvez um dia!

 


Um dia, talvez um dia por casualidade, um dia,
talvez um dia!
Se um dia ouvisses a história da minha vida!
A minha história, a história do meu passado (…)
Se um dia e talvez um dia e se por magia,
se o teu coração for recetivo e der guarida
aos desabafos dum homem espezinhado, recalcado!
Sofrido, mas nunca, nunca vencido.

Um dia, se calhar, um dia contar-te-ei o meu viver!
E, se tu quiseres ouvir a minha história!
A história dum homem feliz, embora marcado (…)
Um dia, um dia a sós, vou-te contar, vou-te dizer
o que é para mim uma gloria,
a glória que tanto me orgulha do meu passado.

Se um dia e se calhar, contar-te-ei a minha vida passada!
Se um dia, talvez um dia e se me quiseres ouvir,
talvez um dia, talvez um dia juntos a conversar (…)
Contar-te-ei o que é estancar numa encruzilhada
e ouvir uma voz tentadora a ameaçar e a retinir!
Talvez um dia, talvez um dia, se calhar.

ArtCar (Artur Cardoso)

 

(Poema de minha autoria).

publicado por Artur Cardoso às 18:32
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