Quarta-feira, 8 de Junho de 2011

"Humildade"

                       (A humildade do melhor amigo do homem)

 

A vaidade é um dos principais factores para a desumanização.

Era tempo em que o ser humano primava por ser humilde. A humildade está ligada aos vários princípios que se foram perdendo ao longo dos tempos.

Aqueles que foram educados sob a protecção dos seus pais com princípios ancestrais, esses pela vida fora seguem as mesmas bases transmitidas por eles.

Os apertos que a vida nos causa e por quem não sabe distinguir o trigo do joio, fazem-nos por vezes tomar atitudes menos racionais para nossa própria defesa e dos nossos interesses, causando males a terceiros, não medindo consequências.

Assim, a vaidade e a luxúria andam de mãos dadas; é na realidade o mal de muita gente. Até talvêz possam na vida atingir os seus objectivos usando destas duas particularidades, embora seja pouco duradoura a sua existência.

A seguir vem a parte negativa, ou seja, o reverso da medalha.

A justiça divina cai-lhes com a sua mão pesada sobre os que se julgam seres superiores. Não à seres superiores entre a humanidade; há sim seres mais inteligentes e seres mais bem sucedidos do que outros, o que não lhes dá o direito de serem diferentes. Somos todos iguais. Mormente na nascença e na morte.

Neste meu poema, quero apenas dizer bem alto, que a humildade é; e sempre será aquela que prevalece, tanto no ceio humanitário como no reino divino.

 

 

               "Humildade"

 

 

Ser humilde é ser benevolente

entre aqueles que nos consideram

dando-lhes a nossa mão,

é um gesto carinhoso e inteligente

para aqueles que nos amparam

e nos tratam com o coração.

 

Dá liberdade ao teu coração

e vive bem contigo próprio

verás o mundo sorrir,

toma sempre em consideração

nunca sejas impróprio

para quem te deseja ouvir.

 

Segue a doutrina da humildade

enfrenta os carrascos da incompreensão

ergue em frente o teu semblante,

preserva os primórdios da humanidade

trata os outros com devoção

e o teu mundo será mais brilhante.

 

    ArtCar

 

 

(Poema de minha autoria que dedico a todas as pessoas humildes).

 

publicado por Artur Cardoso às 05:13
link do post | comentar | favorito
5 comentários:
De Anónimo a 16 de Junho de 2011 às 19:20
Boa Tarde Amigo,

Eu ando por aqui.... não tenho feito comentários, mas a culpa é sua...... sim, é que não á palavras para POEMAS tão belos.

Amigo, tenho publicado alguns poemas seus, sem pedir autorização, mas sempre com a sua assinatura no Facebook , é que não sou egoísta e sinto Vaidade em partilhar um grande Amigo Poeta e Pescador.

Um Abraço

De Artur Cardoso a 16 de Junho de 2011 às 23:05
Meu amigo,
Permita-me saudá-lo com um abraço cordial.
Não calcula como o seu comentário encheu o meu coração de alegria ao saber que tenho um prezado admirador ma minha poesia.
Estou-lhe muito grato e sensibilizado com a sua atitude de grandeza impar.

Um abraço do amigo,

ArtCar
De Artur Cardoso a 19 de Junho de 2011 às 19:04
Boa tarde,

Visto ter publicado poemas meus no Facebook, gostaria de saber o seu nome e página no mesmo, afim de perceber também a reacção e comentários das pessoas que já tiveram acesso aos meus poemas.

Com um Abraço cordial do amigo,

ArtCar
De Paulo Moreira a 21 de Junho de 2011 às 16:42
Paulo Moreira, Amigo.
De Artur Cardoso a 21 de Junho de 2011 às 17:35
Olá Paulinho,
Tenho pelo menos sete ou oito bons amigos que me tratam com o mesmo carinho, respeito e atenção que o meu respeitável amigo Paulinho Moreira. Se calhar além de outros....
Não posso deixar de lhe agradecer, com todo o respeito e atenção que lhe devo, pelo seu acto generoso de uma amizade franca e pura, o ter mencionado no Facebook alguns dos meus poemas.
Só lhe agradeço o favor de me dar a conhecer a página no mesmo.
Com um grande abraço de gratidão e amizade.
ArtCar

Comentar post

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Agosto 2019

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
26
27
28
29
30
31

.posts recentes

. Nesta Noite de Luar!

. Um corre-corre!

. Como os poetas que cantam...

. Misterioso Tocante!

. Recordando... Inocentes s...

. Do meu jardim!

. Gosto do teu sorriso!

. Algo me dizia!

. Cada vez que olho a lua!

. A Poesia e a Alma do Poet...

.arquivos

. Agosto 2019

. Março 2019

. Novembro 2018

. Outubro 2018

. Agosto 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Fevereiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

blogs SAPO

.subscrever feeds

Em destaque no SAPO Blogs
pub