"Veleiro do teu mar"
Entardecia e eu beijava a tua doce boca
à beira da tempestade segurava teus braços
encostava a minha cabeça aos teus seios,
ficava como uma criança irrequieta e louca
tu eras o meu cais! o meu mundo, o meu espaço
desejava-te com a sofreguidão dos meus enleios.
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Ó!.. deusa dos meus dolorosos sofrimentos
desta ansiedade e desespero incomum
ó!.. que vida malvada que me atormenta,
és o fruto proibido dos meus intentos
só porque sou veleiro vulgar e comum
que navega em águas revoltas da tua tormenta.
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Rumo tranquilo à descoberta das tuas marés
flutuo velejando até à doca do teu porto
nas tuas ondas suaves para te encontrar,
olha em frente!.. bem juntinho aos teus pés
surge de fronte procurando amor e conforto
no abrigo acolhedor do teu mar.
ArtCar
(Poema de minha autoria escrito carinhosamente para ti).
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