(Estava eu tranquilamente a desfrutar dos primeiros raios de sol à beira mar.
Olhos fechados e rosto erguido na direcção do sol, estava a pensar na minha meninice; quando fui surpreendido por um amigo a tirar-me uma fotografia.
Contei-lhe num ápice em que pensava. Nasceu uma agradável conversa sobre as minhas origens e a razão de eu viver na minha mui nobre e invicta cidade do Porto.
"Autóctone"
Ser autóctone é ter vaidade
da terra que o viu nascer
por ela sentir alarde
também por ela morrer.
Sou autóctone nordestino
tradicionalista e cortês
quis assim o meu destino
sinto vaidade em ser português.
Orgulho-me de ser originário
dum pequeno burgo, terra distinta
agricultura, sector primário
Freixo de Espada à Cinta.
Saí de lá! era eu pequeno,
a toda a hora tenho saudade,
dela sou autóctone, feliz e sereno!
faz parte da minha mocidade.
Não renego o meu berço
que no coração transporto
dela! nunca me esqueço
mas a minha terra é o Porto.
A vida é cheia de contrariedade
dá-nos tormentas e guerra
gosto muito da minha cidade
Porto! minha amada terra.
És Invicta Cidade Nortenha
com tua grandeza e porte
autóctone o mar que te banha
não há! quem de ti não goste.
ArtCar
(Poema de minha autoria que humildemente dedico a todos aqueles que são oriundos de uma região ou terra e que se dedicam de alma e coração aquela onde vivem; que não sendo das suas origens, mas que a sente como a sua terra mãe).
. Como os poetas que cantam...
. Recordando... Inocentes s...
. A Poesia e a Alma do Poet...