"O Cemitério"
Sossegado cemitério mitificado
do máximo respeito profundo
onde jazem restos de humanidade,
nas suas entranhas silenciado
nada mais é fecundo
de seres e fertilidade.
Parasitas, vermes asquerosos
em túmulos, jazigos e campas
imundos do seu extracto,
repugnantes e misteriosos
alimentam-se das trampas
do nojento putrefato.
Causa receios o silêncio sepulcral
a quem lá o visita
em altas horas de desventuras,
quem lá mora a ninguém faz mal
repousam em paz infinita
fechados dentro de sepulturas.
Cheio de lautas refeições
de atrocidades fatais
de mortes determinadas,
também de más intensões
todos são mortos perpetuais
que habitam naquelas moradas.
ArtCar
(Poema de minha autoria que escrevi com o máximo e profundo respeito por quem já partiu para a eternidade).
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