"Os abandonados"
Vagueiam tristes pelas ruas
à mercê de caridade
os pobres animais abandonados,
criaturas débeis e ingénuas
um olhar meigo de humildade
e famintos escanzelados.
Um dia o bichinho já foi útil
pequenino, divertido a brincar
até ser adulto,
seu dono bárbaro e fútil
para a rua o foi mandar
porque, é cruel em absoluto.
Quem não ama os animais,
não gosta de ninguém!
indefesos e sem maldade,
há quem abandone seus pais
com indiferença e desdém
dizem ser mera banalidade.
O abandono é pecado
brutal e irreverente
de quem não tem dignidade,
um pobre animal abandonado
tem um final comovente
para a decência da sociedade.
ArtCar
(Poema de minha autoria, escrito com compaixão e ternura, a pensar nos abandonados; "pessoas e animais de estimação").
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