"Natais de outrora"
Os meus natais de pequenino
eram humildes em casa dos meus pais
e o Natal em novembro já se notava,
um tosco presépio com o Jesus menino
tantas saudades eu tenho dos quais
mormente nos anos em que nevava.
A ânsia que chegasse era enorme
sem tropelias nem aparatoso
não tinha lindas árvores multicolor,
nem brinquedos de renome
fui um menino venturoso
com ternura, alegria e amor.
Nos natais de agora há tudo
meninos felizes não sabem brincar
outros porém com inquietude,
infelizmente mas contudo
não têm como optar
sem carinho e sem juventude.
Vagueiam pelas ruas os coitadinhos
aqueles que nada de seu têm
procuram comida e carinhos,
são crianças tristes sem miminhos
natais de outrora jamais vêm
quando eram alegres os pobrezinhos.
ArtCar
(Poema de minha autoria, que dedico com todo o meu amor e carinho a todas as crianças do mundo).
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