“O Vento”
Agreste sopra na serrania
ecoam silvos ao fundo do prado
zangado e com rudeza,
arrasa com sua ventania
tudo destrói quando irado
com a força de sua natureza.
Fustiga em todas as direcções
levanta as ondas do mar
eleva-as até ao céu,
causa grandes destruições
parece tudo castigar
naquele gigante escarcéu.
Desmancha telhados e jardins
Impiedoso extirpa árvores da rua
abre fundas brechas em casas,
assobia desesperado lá pelos confins
só por influência da lua
encolhe as suas asas.
Amaina em toda a sua amplitude
quando tudo volta à normalidade
depois do desesperado movimento,
regressa de novo a quietude
após tanta brutalidade
pela força descomunal! O Vento.
ArtCar
("O Vento"! Poema de minha autoria dedicado a essa gigantesca força da natureza).
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