Parti um dia em busca da prosperidade
e deixei as minhas origens de Trás-Os-Montes
onde cresci em liberdade
e bebi nos montes água fresca das fontes.
Encontrei o progresso mas não a mesma liberdade
tropecei nas pedras que me atiraram para o caminho
andei errante pelo mundo cheio de inesgotável saudade
do meu singelo mas bonito cantinho.
Deambulei como um nómada de terra em terra
por terras onde me senti deslocado
e lá nos confins do mundo andei na guerra
até que um dia voltei ao meu lar amado.
Ó! Minha terra,
terra de encanto irresistível (…)
Freixo de Espada à cinta, terra onde eu nasci,
deixei-te novamente o que é compreensível
mas com imensa saudade de ti.
ArtCar (Artur Cardoso)
(Poema de minha autoria).
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